Menina, nem te conto!

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Menina, nem te conto! Ops! O que será que a Ana Luiza perdeu pelo caminho?

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios

Boa tarde Cibele,

Meu nome é Ana Luiza, tenho 36 anos e sou de Itabira, interior de Minas Gerais.

Num belo sábado do mês de agosto de 2010 estava me arrumando pra ir ao casamento civil de minha cunhada. Quando coloquei o vestido minha barriga estava muito além do permitido, sendo assim, catei esses macaquinhos que reduzem medidas no meu armário e vesti… “Nossa ficou ótimo!” pensei. No entanto, como o macaquinho já era bastante desconfortável e resolvi colocar por cima dele uma calcinha mais larga – “Excelente!” exclamei.

Acabei de me arrumar e fiquei esperando o noivo (isso mesmo… fui pro casório de carona com o noivo) me buscar! Ele chegou minutos depois, eufórico, buzinando, com uma cerveja na mão e gritando: “Boooooooraaaaa Ana!”. Desci as escadas do meu prédio voando e atravessei a rua na correria. Quando cheguei na frente da porta do carro, meu cunhado (já havia aberto a porta) estava com uma cara muito esquisita pra mim… Fui logo falando: QUE QUE FOI? E ele respondeu: Que que é isso branco no chão????????????? Quando olhei pra baixo a minha calcinha estava arriada no chão com o protetor diário de calcinhas RELUZENTE!!! Na frente da minha casa tem um hotel… E qual a surpresa quando olhei pra trás e a recepção estava toda rindo de mim!!!

MORAL DA HISTÓRIA: Nunca confie numa calcinha confortável!!!

Abraços
Ana Luiza

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Menina, nem te conto! Afogando o Santo Antônio

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios

Tenho um episódio engraçadinho pra contar, que talvez dê um quadrinho ou um “menina nem te conto”…
Não aconteceu comigo exatamente, foi com a minha prima. Ela já estava nos seus 30 (e poucos rs) e já estava naquela maldita fase em que todos te chamam de encalhada, já que você não tem namorado/noivo/marido e já está “ficando velha”; então ela resolveu
apelar e afogar o Santo Antônio, só que já nessa época as campanhas pra combate da dengue eram fortes. Responsável que era, ela colocava água sanitária na água do santo pra não criar foco. O santo foi bem generoso com ela, apareceu um médico, eles se casaram.

O maridão estava ajudando com a mudança da minha prima e eis que encontra um Santo Antônio desbotado (beeem desbotado – pelo tempo que ficou afogado também, coitado) da cabeça até a cintura. Ele, sem entender nada, perguntou:
– Que é isso? Que aconteceu com esse santo??? Oo

A minha prima respondeu rapidamente:
– Isso é coisa da minha mãe, credo, nem mexe nisso!
(E jogou o pobre do santo fora… hauahuaahuahauahauahau)

Agora todo mundo da familia sabe que funciona mesmo afogar o Santinho! :)

Beijos
Ludi

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Menina, nem te conto! “Eduardo e Mônica”

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios

Adoro as tirinhas da Mulher de 30, tenho 36, rsrs. Sou de belo Horizonte, MG e resido na cidade de Contagem.
Bem, meu pedido de casamento resultou em uma união estável, mas foi engraçado e original, eu acho.

Conheci meu marido em 2008, quando tinha 31 anos e ele 28… Aterrorizada pela ideia de namorar um cara mais novo e bem resolvida sobre o que eu queria e o que eu não queria pra minha vida, uma das coisas que eu não queria era um namoro sem perspectivas.

Somos meio “Eduardo e Mônica”, 31 e 28, extrovertida e introvertido, eu dançava samba e ele ouvia rock, eu formada e ele estudante, eu baladeira e ele caseiro, eu bebia e ele refri, eu tinha carro e dirigia e ele no videogame e ônibus…

Já nos conhecíamos há alguns meses, mas começamos a namorar no início do mês de dezembro e eu tinha uma viagem para o litoral, o incluí na minha viagem e fomos passar o réveillon na praia. Na noite de réveillon, antes mesmo da meia-noite eu fui acompanhar a galera e enchi a cara de vodca com energético, entrei no mar e na hora do beijo da meia-noite… (Dizem que quem bebe não fala o que não quer, só toma coragem pra dizer o que pensa) eu disse: “Eu te amo! E eu quero namorar pra casar e ter filhos, então se você não pretende casar comigo em no máximo um ano fala de uma vez e a gente não leva isso adiante”.

No dia seguinte, apesar das ressacas, tanto física quanto moral, ele que não bebeu nada, me questionou sobre a noite anterior, então eu assumi o que eu disse, sóbria, e falei que só namoraria com ele se fosse pra casar.

Não foi em um ano, mas aconteceu. Pelo menos eu tinha a consciência de que ele sabia das minhas intenções o tempo todo e ele nunca negou isto. Este episódio ficou famoso entre os amigos e é um fato marcante da nossa história que é bem legal.

Estamos juntos há quase cinco anos, temos uma filha de 8 meses e estamos morando juntos. Felizes!

Mas tem mais: morei no mesmo condomínio que ele por dois anos e mal nos cumprimentávamos. Prédio um de frente para o outro e nossos quartos também frente a frente, janela-janela. Eu entrava em casa cumprimentava e fechava a cortina e pensava: cara estranho, dia e noite na frente deste computador, e quando eu dizia dia e noite é que eu chegava às 23:30 da facul ou 3:00 da madruga da balada e ele estava lá… Hábitos noturnos, vida caseira que não me seduzia de jeito nenhum.

Fomos apresentados por uma vizinha em comum, e daquela boa que eu imaginava ser incapaz de dizer uma palavra (ele diz que eu era preconceituosa, talvez fosse mesmo) saiu uma personalidade autêntica, amiga e sensível, um ser muito amável e nos tornamos amigos por uns meses e depois de umas investidas acabou acontecendo o que eu imaginava ser impossível devido às nossas diferenças. Nos apaixonamos!

Namorávamos pela janela de vez em quando, e nos víamos todos os dias, e nos falávamos e vivemos quase um casamento devido à grande proximidade de nossas vidas. Foi a certeza de que iria dar certo.

O prédio é casamenteiro, pois somos o segundo casal que se conheceu lá e o relacionamento vingou.

Beijos
Gleiciane

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Menina, nem te conto! Aventuras da Josi

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios


Cibele, simplesmente AMO o seu blog e morro de rir com os casos do ‘’Menina, nem te conto!’’
Sou campeã em pagar micos e em qualquer lugar que estou sempre acontecem coisas engraçadas.

Então aí vão algumas histórias:

Fiz uma viagem a Búzios com uma amiga e curtimos muito aquele paraíso. Na volta, pegamos um ônibus desses de viagem, para ir de Búzios ao aeroporto no Rio.
Nosso voo sairia às 8h, portanto tivemos que sair de Búzios na madrugada.
O tempo estava agradável, porém o motorista calorento colocou o ar-condicionado do ônibus em uma temperatura muito baixa.
O ônibus estava bem vazio, então resolvi mudar de assento, na esperança de não congelar. Não adiantou! Eu me agarrava na minha blusinha de malha e tremia que nem uma condenada.
Eu até tinha uma jaquetinha na mala, mas ela estava no porta-malas do ônibus, só conseguiria pegar ela caso o motorista parasse.
Quando eu estava quase sem esperança de sobreviver aquele frio todo, olhei para os acentos, na parte onde apoiamos a cabeça, as empresas de transporte colocam umas proteções nos bancos que são uns paninhos com o nome da empresa e tal.
Não tive dúvidas, arranquei umas 4 proteções dos bancos próximos e embrulhei pelo menos meus pés e minhas mãos.
Não adiantou muito, mas quando a minha amiga me viu naquela situação, quase teve um treco de tanto rir.
Até hoje morro de rir quando lembro desta situação.
Ah, nesta mesma viagem, eu trouxe de lembrança um Cristo Redentor de pedra esculpida para uma amiga, porém quando ela abriu o embrulho, cadê a cabeça do Cristo? Tinha quebrado na viagem… Gente, eu me supero!

Segundo caso:

Marquei de encontrar um paquera em uma balada e fui com uma amiga.
A festa estava bem cheia, e em determinada hora encontrei o gato.
Ele logo veio me cumprimentar com um abraço de urso, bem querido dizendo que estava com saudades quando ele me solta, olha com aquela cara estranha e diz:
– Linda, seu cabelo está molhado.
A minha amiga que estava ao meu lado nem espera eu ver o que tinha acontecido e já vai anunciando:
– Claro, acabaram de vomitar no cabelo dela.
Afeeeee né!
Corri pro banheiro pra tentar da um jeito no meu cabelo e na minha roupa, mas não teve muita solução, mesmo assim, resolvi continuar na festa.
O gato foi tão parceiro que ficou junto comigo até o final naquela situação.

Caso três:

Era um dia frio e meus amigos resolveram ir para uma festa de última hora.
Eu não queria ir, mas de tanto insistirem acabei aceitando o convite.
Como fez um frio repentino naquele dia, todas as minhas blusas de frio estavam guardadas no fundo do armário, mas resolvi resgatar uma delas pra usar na festa.
A blusa estava com um cheiro de mofo muito forte, mas como não tinha outra opção, passei bastante perfume e fui pra festa, meio desanimada, mas fui.
Chegando lá encontro o gato dos meus sonhos, lindo, bem resolvido, inteligente…
Papo vai papo vem rolaram uns beijinhos e só depois disso que fui lembrar que estava com a blusa fedida.
Imagina o meu pavor, o cara super cheiroso, a oportunidade da minha vida e eu FEDENDO!
Ele ainda dizia – Nossa, como você é cheirosa!
Gentileza dele né, porque nunca mais vi o cidadão…

Caso quatro:

Eu tive muita dificuldade para aprender a dirigir, mas metia a cara e pegava o carro sozinha, bem doida pra aprender.
Certa vez, eu que nunca aprendi a subir morro na auto escola, deixei o carro morrer em cima de um morro.
Era noite, num morro e parei em uma curva, PENSE!
Fiquei uns instantes ali, com o freio de mão puxado pensando o que eu faria pra conseguir subir aquele morro na curva…
Logo veio um fusquinha que parou atrás de mim, me xingou, buzinou, fez o maior escândalo e eu bem calma dizendo:
– Calma senhor, estou aprendendo, pode até passar na minha frente.
Respirei fundo, fechei os olhos e acelerei o máximo que pude aquele carro, pensando “Seja o que Deus quiser”
O carro “cantou pneu”, consegui subir o tal morro… mas até hoje lembro que eu era um perigo para a humanidade no trânsito.
Era, hoje eu já aprendi, gente! HAHAHA

Essas são algumas das minhas VÁRIAS histórias que tenho pra contar.
Um beijo meninas espero que tenham gostado.

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Menina, nem te conto! Desarrumada

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! 1 comentário

Conheci um rapaz pela internet e começamos a conversar. Ele morava a 3 horas da minha cidade e só tínhamos nos visto por foto. Ele disse pra mim que ficou interessado em me conhecer e que gostaria de vir à minha cidade. Felizmente, para minha surpresa, ele veio morar à 15 min da minha casa e então combinamos de nos encontrar. Eu me produzi toda, cabelo, maquiagem e etc. Fiquei esperando e… ele não apareceu. (Eu queria morrer… mas tudo bem).

Combinamos de nos encontrar mais uma vez num fim de semana e cheguei a falar pra ele: ‘’Você vai mesmo ou vai me dar um bolo de novo?’’ Ele: “Não, eu vou mesmo…” Eu: “Então tá…”

Quando um dia eu andava no centro, numa sexta à tarde, o que vejo?? Ele e mais um amigo… Foi uma das melhores sensações da minha vida. Só que com um porém: eu usava uma blusa e bermuda velha, chinelo e o cabelo todo despenteado. E ele ainda me chamou pra sair daquele jeito… Enquanto nós andávamos, passei por um espelho e pensei: “Bom se ele me viu assim e não desistir, tá bom, ele já viu a realidade…” hahaha

Mas por um lado acho que até foi bom assim, talvez se fosse de outro jeito não daria certo, e nem eu estaria aqui contando minha história… Nós estamos namorando há 1 ano e 9 meses (é, ele não desistiu).

Bom, essa é a minha história, espero que tenham gostado.
Beijos

Thayse Guedes

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