Menina, nem te conto!

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Menina, nem te conto! Chiclete no cabelo

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Curto muito a página da Mulher de 30 e sempre tive vontade de contar esta história porque acho engraçada.

Depois de um ano e meio namorando, terminei, só que ainda curtia muito meu ex. Sabia que ele ia estar numa balada na minha cidade, então me preparei para encontrá-lo “por acaso”.

Fui no salão, fiz escova, unhas etc, coloquei a melhor roupa do tipo “isso tudo para você” e fui. Quando ele me viu, veio falar comigo e ficamos conversando um tempão.

De repente resolvo fazer aquele charminho de passar os dedos pelo cabelo, qual foi minha surpresa quando tinha um chicletes grudado. Fiquei irada, imaginando quem tinha sido o $#%# que tinha feito aquilo. Fui para o banheiro e tive que arrancar o pedaço do cabelo junto com o chicletes. Fiquei bem chateada.

Voltei com o ex e nos casamos. Um dia quando estávamos lembrando dessa passagem, ele ficou meio quieto e eu achei estranho. Minha surpresa foi quando ele disse com a maior cara de pau que tinha deixado o chicletes cair no meu cabelo, ficou com vergonha de dizer, e quando percebeu no dia que eu fiquei enfurecida, tratou de ficar quietinho.
Mas eu o desculpei e seguimos juntos hoje em dia.

bjs
Suelen

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Menina, nem te conto! Meu amor de verão com 36 anos

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios

Bom dia!
Me chamo Marina, tenho 36 anos, sou de SBC/SP mas moro em Fortaleza há 18 anos. Sou divorciada, tenho um filho e ano passado me apaixonei perdidamente nas minhas férias, por um rapaz que só vi uma noite e que nasceu no mesmo dia que eu.

Julho de 2018. Eu tinha acabado de sair de um relacionamento de 5 anos, estava na fase de renovação. Tinha 10 dias de férias e decidi viajar sozinha para Jericoacoara – mais conhecida como Jeri, uma praia maravilhosa do Ceará.

Eu já havia viajado só e ficado em hostel, mas sempre em quarto feminino. Só que por ser alta estação, o hostel só tinha quarto misto, ou seja, eu ficaria hospedada num quarto com mais 7 pessoas diferentes, homens e mulheres. Confesso que fiquei receosa, mas encarei essa viagem que seria só minha, eu estava precisando me reencontrar.

Cheguei em Jeri e no meu quarto tinha um rapaz muito simpático que já me apresentou para uma turma enorme, de diversas idades e diferentes lugares do mundo. Tinha gente do Ceará, São Paulo, Natal, Chile, Irlanda…me enturmei super rápido, apesar de ser uma das mais velhas da turma, mas com espírito jovem e sedento de novas aventuras.

Passei 6 dias em Jeri, fiz duas melhores amigas, a Milene e a Tati, garotas divertidíssimas de São Paulo. Aprontamos tanto durante esses 6 dias que dava para escrever um livro, mas um fato me marcou nessa viagem. Me apaixonei perdidamente por um piloto. Sabe aqueles amores de verão? Foi isso, rápido e intenso.

Numa das noites, fomos para uma baladinha sunset muito famosa na vila. Essa baladinha tinha a melhor caipirinha do mundo e o resultado: a gente bebia sem sentir, quando percebia, já estava bemmm alegre. Tinha um grupo de rapazes nesse dia e lá pelas tantas, acabei conversando com um, fomos andar na praia e o que mais me chamou a atenção nele foi que nascemos no mesmo dia, mesmo mês e mesmo ano. Sabe qual a probabilidade disso acontecer? De se encantar por alguém tão “parecido” assim? Mínima. Mas aconteceu.

Depois de muito implicar um com o outro (arianos, né mores?), fomos comer pizza. Lembro que ele me mostrou a carteira de motorista dele para comprovar a data de nascimento, já que eu achava que ele estava de brincadeira, só que eu não estava com a minha, então ele falava: você está querendo me manipular. Eu manipular? Sou a pessoa mais autêntica e sincera, ariana raiz mesmo.

Como ele ia viajar muito cedo no dia seguinte, foi cedo para o hotel, que por coincidência (ou não) era em frente ao meu hostel. Fiquei pensando numa forma de manter contato com aquele homão de quase 1,90 de altura, pois como estava bêbada, nem o nome dele eu lembrava. Só sabia onde trabalhava e a data que havia nascido.

Nessa mesma noite fui até a portaria do hotel que ele estava hospedado e deixei um recado num guardanapo: “Oi 23/03, adorei te conhecer e saber que tenho um ‘gêmeo de data, se quiser manter contato meu telefone é esse…'”. Dei as características dele para o recepcionista e fui embora.

Passei o restante dos dias apaixonada e tentando encontrar pistas dele nas redes sociais, mas não consegui nada, apenas descobri o nome através de uma foto no google. Voltei para a rotina e a vida seguiu. Ele não mandou nenhuma mensagem. Decidi acreditar que ele não recebeu o bilhete que deixei no hotel.

Um belo dia, em maio de 2019 – 10 meses depois – estou no instagram e vejo uma foto dele no perfil de um rapaz que eu seguia. Quase cai pra trás. Caramba, o encontrei de uma forma tão inacreditável!!! Imediatamente pedi para segui-lo, logo ele aceitou e mandei uma mensagem no direct: “Sério que encontrei o cara que nasceu no mesmo dia que eu? Hahahaha que legal”. Ele respondeu: “Mentira…eu estava tentando entender quem era, pensei que nem lembrasse mais daquele dia! kkk”. A conversa seguiu, mandei uma foto da minha carteira de motorista para provar que eu nasci no mesmo dia que ele (lembra que eu não estava com nenhum documento no dia?), falamos amenidades daquele dia e a conversa simplesmente esfriou. Assim, rápido do mesmo jeito que aconteceu naquela noite de julho. Um tempo depois vi que ele tinha começado a namorar, então desencanei. Desencanei assim, se ele me pedir pra me mudar pra Brasília eu aceito . 🙂

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Menina, nem te conto!

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Você tem alguma história hilária, incrível, interessante, digna de enredo de novela mexicana (também pode ser fofa ou meiga) ? Quer ver sua história publicada no MENINA, NEM TE CONTO e trocar boas risadas com os leitores da Mulher de 30?

Envia pra gente pelo email: falecomamulherde30@gmail.com.br
Toda terça publicaremos uma nova aventura.
Se você preferir, mantemos o anonimato… hahahahaha Vamos nos divertir juntos!

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Menina, nem te conto! Um final quase infeliz

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios

Eu fui convidada pra cantar num casamento e a noiva convidou o cunhado maravilhoso dela pra cantar também. Me encantei desde o primeiro dia com aquele guri gato, barbudo e com a voz maravilhosa.

Durante os preparativos pro casamento, eu, que tenho uma risada espalhafatosa e sou mega desastrada mantive a pose de garota educada e comedida porque o gato era super tímido, educado, falava baixo…

Tudo bem até que o casamento passou e as desculpas pra encontrar o boy também.

Já triste pelo fim dos “encontros” por causa dos ensaios, o gato me chama pra sair e marcamos em um shopping pra jantar.

Tudo corria bem, eu não havia dado uma gargalhada escandalosa nem havia derrubado nada até a hora de ir embora.

Já estava feliz achando que pela primeira vez num primeiro encontro tinha sido tudo perfeito e tinha conseguido deixar uma ótima impressão.

Pagamos o estacionamento e o gato foi me deixar no carro. Um mais tímido que o outro, demorou horrores até que saiu um beijo. Ficamos só nos beijinhos, mas quando percebemos já eram 3h da manhã, nossos tickets de estacionamento não valiam mais pois a tolerância era de 15 minutos e de quebra não havia mais guichê aberto pra pagar o estacionamento.

Junto com isso a vergonha de os seguranças olhando nossa cara perguntando o que estávamos fazendo até aquela hora no estacionamento do shopping e a gente dizendo que estava conversando e eles rindo da nossa cara sem acreditar.

Enquanto ele tentava nos tirar de lá, eu estava tão constrangida e nervosa que comecei a chorar. Achei que ele nunca mais fosse querer sair comigo por causa do final desastroso.

Depois de quase uma hora ele resolveu o problema e enfim saímos.

Fui pra casa arrasada, chorei horrores, jurava que dali não sairia nada. Que nada menina, o boy não só continuou falando comigo como saímos muitas vezes depois disso, começamos a namorar e até nos casamos.

No final descobrimos que apesar da timidez inicial, eu rio alto e ele é super palhaço, eu sou desastrada e ele super esquecido.

Agora não precisamos mais fingir que somos educados e comedidos. Nos completamos até nas loucuras.

Bjs
Elizabete

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Menina, nem te conto! O jacaré voador

Enviado por Mulher de 30 em . Publicado em Menina, nem te conto! Sem comentrios

Há alguns anos eu tive um namoro conturbado, desses que tiram a pessoa do sério, com muitas brigas e discussões, idas e voltas. Num período pacífico do namoro ele me deu um jacaré de pelúcia bem fofo de presente, já que eu não curtia ursinhos. O jacaré era meu xodó e vivia agarrada nele. Realmente adorava aquele bichinho!

Um dia o namorado me aprontou um desaforo tão grande e me deixou com tanto ódio que num acesso de fúria joguei o jacaré pela janela do apartamento, porque foi a primeira coisa do cretino que encontrei pela frente. Só que isso aconteceu as três da tarde e o apartamento ficava acima de uma mercearia numa rua muito movimentada da cidade. Na hora da raiva esqueci deste detalhe.

Alguns minutos depois tocou a campainha de casa. O vizinho apareceu para me devolver o jacaré. Ele viu o bicho voando pela minha janela! Aí pra me justificar disse que meu sobrinho é que tinha jogado o jacaré, mas o bebê ainda nem engatinhava nessa época! Hahahahahahaha

Enfim, o jacaré voltou para casa, mas o namorado não. Até hoje quando vejo um jacaré de pelúcia eu rio dessa história.

Beijos, meninas
Priscila

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